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O seminá&39;rio "Jornalismo e Ativismo Ambiental: avanços e limites na defesa do ambiente natural" será realizado nos dias 8 e 15 de agosto de 2023,áriodiscuteavançenglishonlinecasino - a partir das 19h15, na sede da ARI, no Centro de Porto Alegre (Borges de Medeiros, 915/8º andar).

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"Os cientistas alertam que já estamos chegando a um ponto de não retorno da atual crise climática, intensificada pelas ações da humanidade. No entanto, esse recrudescimento já vem sendo anunciado há várias décadas, desde o século passado", destaca o presidente da Agapan, Heverton Lacerda, que questiona porque demoramos tanto para compreender e aceitar que os malefícios da acumulação de poluentes estão comprometendo a continuidade da vida na Terra.

O evento é promovido pela Associação Gaúcha de Proteção ao Ambiente Natural (Agapan), Associação Riograndense de Imprensa (ARI), Núcleo de Ecojornalistas do RS (NEJ-RS) e Grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental (GPJA) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

Segundo Heverton, essa trilha de destruição do planeta tem como marco inicial a revolução industrial, que começou na Inglaterra no século XVIII. "É compreensível que lá no início, há mais de 250 anos, as emissões de gases de efeito estufa não fossem percebidas como vilãs do clima. Afinal, a carga de CO² equivalente era ainda muito pequena. Só que esse novo fenômeno social não parou de crescer, segue se alastrando e contaminando todos os recantos da superfície terrestre, das profundezas dos oceanos, da nossa atmosfera e, inclusive, do espaço sideral a que temos chegado com nossas tecnologias."

"O que falta para avançarmos na conscientização das nações, estados, municípios, bairros e da cidadania de modo geral?", indaga. Com intuito de promover um debate sobre essas inquietações é que será realizado o Seminário Jornalismo e Ativismo Ambiental: avanços e limites na defesa do ambiente natural. Serão duas noites de diálogos entre jornalistas e ecologistas interessados em debater esse tema de grande relevância para o futuro da humanidade e da vida em geral no planeta. 

"Cabe à imprensa se integrar a campanhas de conscientização"

Para o presidente da ARI, José Nunes, o Seminário é um ótimo momento para os profissionais de imprensa e executivos de veículos de comunicação discutir o assunto, que por vezes é esquecido. "Ao contrário de anos anteriores, quando havia espaços generosos nos veículos de comunicação, o tema ambiental nos últimos tempos é veiculado em função dos grandes desastres. É mais do que necessário uma cobertura mais efetiva em relação ao meio ambiente", afirma. 

Segundo expõe Nunes, essa é uma discussão que a Associação Riograndense de Imprensa tem feito desde a criação do Fórum das Águas, em 2003, hoje Fórum Internacional de Gestão Ambiental, que neste ano ocorre nos dias 19 e 20 de outubro, com o tema Meio Ambiente e a Segurança Alimentar. 

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"Este seminário acaba sendo uma espécie de pré-fórum, que neste ano além de trazer grandes painelistas nacionais e internacionais para discutir o tema, teremos também a inscrição de trabalhos científicos, numa parceria com a Ufrgs e a UFSM. 

Indagado de como o jornalismo pode contribuir para defesa do meio ambiente, o presidente destaque que pode ser através de coberturas especiais e levantando grandes problemas que estão ocorrendo no meio ambiente, tanto no que diz respeito a flora e a fauna, mas também às especificidades do ambiente natural.

"Por exemplo, no que diz respeito a contaminação do solo e dos lençóis freáticos, não são poucos os locais onde a situação está praticamente incontrolável. Cabe também a imprensa não apenas denunciar, mas se integrar a campanhas de conscientização, chamando produtores e a população em geral para discutir e alertar sobre os problemas encontrados."

Conforme frisa Nunes, estamos em um momento que o meio ambiente não pode mais esperar. "É necessário fazermos alguma coisa, ou em pouco tempo vamos sofrer as consequências, que de certa forma já vem aparecendo em grande escala, haja vista que neste ano tivemos a maior temperatura global. Isso é o reflexo claro do descaso com o ambiente natural", conclui.

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"O seminário é muito oportuno, pois nos provoca a refletir sobre a relação do jornalismo com o ativismo ambiental ou qualquer ativismo em defesa de grandes causas. Muitos jornalistas ainda consideram o ativismo incompatível com o jornalismo porque isso interfere na objetividade. Isso é um equívoco. O jornalismo ambiental é um jornalismo em defesa da vida. Ele tem um lado que é a defesa do meio ambiente, da sociobiodiversidade", defende a professora Ilza Maria Tourinho Girardi, coordenadora do Núcleo de Ecojornalistas do RS, líder do grupo de Pesquisa em Jornalismo Ambiental CNPq/Ufrgs.

Para a jornalista, é perfeitamente possível, e necessário, fazer jornalismo respeitando os métodos de apuração e ter uma causa a defender. "Nesses tempos de mudanças climáticas e desastres o jornalista precisa estudar, ler, se informar, para aprender a fazer as conexões. É necessário fazer as conexões sobre a destruição dos parques de Porto Alegre, com o aumento do calor, por exemplo. Se soubermos fazer as conexões é lógico que faremos um jornalismo engajado na defesa da vida. Ou faremos jornalismo engajado em defesa dos grandes empreendimentos para gerar lucros para quem tem dinheiro para gastar", finaliza.

A programação e inscrição para o evento podem ser feitas no site da Agapan.

Com informações da Agapan


Fonte: BdF Rio Grande do Sul

Edição: Katia Marko


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